
Após reunião de líderes nesta segunda-feira, dia 28, no Palácio do Planalto, o líder do governo no Congresso, senador Romero Jucá (PMDB-RR) , afirmou que o Senado deverá aprovar amanhã, em primeiro turno, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 55 de 2016 que limita gastos públicos, com cerca de 65 votos favoráveis, acima 54 votos necessários. “Pela minha expectativa, teremos entre 62 a 65 votos favoráveis à PEC, portanto, acima dos votos que foram dados no impeachment”, afirmou o senador. Jucá explicou que a proposta foi uma opção do governo em não aumentar tributação para a população, cortando “na própria carne”, sem deixar de investir em áreas como educação, saúde e programa sociais.
O líder anunciou que o governo deverá enviar a proposta de reforma da Previdência Social no período entre as votações de 1º e 2º turnos da PEC do Teto, ou seja, até 13 de dezembro. Jucá também defendeu uma autoconvocação do Congresso para inícios dos debates sobre a reforma, com a discussão da matéria iniciada em comissão especial. Aos jornalistas, ele ressaltou que o presidente Michel Temer toma decisões políticas mas não deve ser o coordenador político do governo. Contudo, o cargo de secretário de governo só irá ser preenchido no momento apropriado. “Estamos aguardando. Temos uma equipe preparada e vamos tocar o governo. O governo continuará operando normalmente a despeito de ter ou não ministro”, disse.










