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Sobe para 48 o número de mortos em colisão de trens na Espanha; corpos foram arremessados a centenas de metros

De acordo com o ministro dos Transportes da Espanha, Óscar Puente, o impacto mais severo atingiu o segundo trem, cujos dois primeiros vagões foram arremessados para fora da linha férrea após a colisão. Segundo ele, a maior parte das mortes ocorreu nesses vagões, onde estavam muitos dos passageiros no momento do choque.

19 de janeiro de 2026
em Últimas Notícias
Sobe para 48 o número de mortos em colisão de trens na Espanha; corpos foram arremessados a centenas de metros

O número de mortos no grave acidente ferroviário ocorrido na noite de domingo na Espanha continua aumentando, segundo autoridades locais, que alertam para a possibilidade de novas vítimas serem encontradas durante os trabalhos de resgate e remoção dos destroços. A colisão envolveu dois trens de alta velocidade e aconteceu nas proximidades de Adamuz, na província de Córdoba, a cerca de 370 quilômetros ao sul de Madri.

O acidente ocorreu por volta das 19h45, quando a parte traseira de um trem que fazia o trajeto entre Málaga e Madri, com cerca de 300 passageiros, descarrilou. Logo em seguida, um segundo trem, que seguia de Madri para Huelva e transportava quase 200 passageiros, atingiu em cheio o veículo já fora dos trilhos.

De acordo com o ministro dos Transportes da Espanha, Óscar Puente, o impacto mais severo atingiu o segundo trem, cujos dois primeiros vagões foram arremessados para fora da linha férrea após a colisão. Segundo ele, a maior parte das mortes ocorreu nesses vagões, onde estavam muitos dos passageiros no momento do choque.

No instante da colisão, ambos os trens trafegavam a mais de 190 km/h, conforme informou o Ministério dos Transportes. A operadora ferroviária Renfe afirmou que as velocidades estavam abaixo do limite permitido, descartando, a princípio, erro humano. A hipótese inicial é de que o acidente esteja relacionado a falha no equipamento ferroviário ou na infraestrutura da via, mas as causas ainda estão sob investigação.

As autoridades confirmaram que todos os sobreviventes foram resgatados durante a madrugada, mas os trabalhos continuam para localizar e identificar as vítimas fatais. Pelo menos 48 pessoas seguem internadas, entre elas quatro crianças. O número total de feridos chega a 159, sendo cinco em estado crítico e 24 em condição grave.

O presidente da região da Andaluzia, Juanma Moreno, afirmou que os serviços de emergência ainda atuam em uma área descrita por ele como um amontoado de metal retorcido, o que reforça a expectativa de que mais corpos possam ser encontrados à medida que máquinas pesadas avancem na retirada dos vagões. Segundo Moreno, a força do impacto espalhou destroços e vítimas por uma área extensa ao redor da linha férrea.

Familiares de passageiros usaram as redes sociais para relatar desaparecimentos e pedir informações. A Guarda Civil espanhola montou um posto de atendimento em Córdoba para auxiliar parentes e coletar dados que ajudem na identificação das vítimas. Um centro esportivo em Adamuz foi transformado em hospital improvisado, com apoio da Cruz Vermelha.

O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, lamentou a tragédia e prestou solidariedade às famílias das vítimas. “É uma noite de profunda dor para o nosso país”, escreveu nas redes sociais. Sánchez deve visitar o local do acidente nesta segunda-feira. Um minuto de silêncio foi realizado em frente ao Congresso espanhol e na prefeitura de Adamuz.

A investigação oficial deve levar semanas. O acidente ocorre em meio a alertas anteriores de sindicatos ferroviários sobre a condição de algumas linhas de alta velocidade, incluindo pedidos de redução temporária de velocidade em trechos considerados problemáticos.

Os serviços ferroviários entre Madri e cidades da Andaluzia foram suspensos, e a tragédia já é considerada uma das mais graves da Espanha nos últimos anos, reacendendo o debate sobre segurança na maior rede de trens de alta velocidade da Europa.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a expor sua posição sobre a Groenlândia ao afirmar que chegou o momento de eliminar a “ameaça russa” no território, criticando a atuação da Dinamarca e sugerindo medidas de pressão sobre aliados europeus. “Há 20 anos a Otan diz à Dinamarca que ela precisa eliminar a ameaça russa da Groenlândia. Infelizmente, a Dinamarca não foi capaz de fazer isso. Chegou a hora, e isso será feito”, escreveu Trump em sua rede social, a Truth Social, em mais um episódio de tensões diplomáticas envolvendo a Otan, a União Europeia e governos nórdicos.

Nas últimas semanas, Trump tem insistido que os Estados Unidos devem assumir o controle da ilha, argumentando que essa seria a única forma de impedir uma eventual ocupação por China ou Rússia. O presidente declarou que esse objetivo será alcançado “de um jeito ou de outro”. Como parte da estratégia, no sábado ele ameaçou impor tarifas de 10% a partir de 1º de fevereiro sobre produtos da Alemanha, França, Reino Unido, Suécia, Noruega, Países Baixos, Finlândia e Dinamarca. Todos esses países, membros da Otan, enviaram tropas à Groenlândia e, segundo Trump, a medida busca forçar apoio aos planos de anexação dos EUA. O presidente advertiu que as tarifas podem subir para 25% em junho caso não haja mudança de postura.

As declarações provocaram reação imediata na União Europeia. O presidente do Conselho Europeu, António Costa, anunciou no domingo que convocará os Estados-membros para uma reunião extraordinária nos próximos dias, com o objetivo de coordenar a resposta do bloco às tarifas anunciadas por Washington.

Paralelamente, Trump enviou uma carta ao primeiro-ministro da Noruega, Jonas Gahr Støre, na qual relacionou sua posição sobre a Groenlândia à decisão norueguesa de não lhe conceder o Prêmio Nobel da Paz. “Caro Jonas: considerando que seu país decidiu não me conceder o Prêmio Nobel da Paz por eu ter interrompido oito guerras, entre outras coisas, já não me sinto obrigado a pensar apenas na paz, embora ela continue predominante, e agora posso pensar no que é bom e apropriado para os Estados Unidos”, escreveu Trump, segundo mensagem divulgada pelo correspondente da PBS News, Nick Schifrin. O presidente afirmou que a negativa ao prêmio lhe permite adotar uma postura mais firme em defesa dos interesses nacionais.

Trump também justificou a pressão sobre a Groenlândia ao afirmar que a Dinamarca não tem “direito de propriedade” sobre a ilha e que a história da chegada de navios dinamarqueses não constitui base legítima. “Não há documentos escritos, apenas o fato de um navio ter chegado lá há centenas de anos, mas nós também enviamos navios”, declarou em sua rede social.

Em entrevista ao jornal norueguês VG, Støre confirmou ter recebido uma mensagem de texto de Trump e explicou que se tratava de resposta a um contato prévio feito por ele e pelo presidente da Finlândia, Alexander Stubb, no qual manifestaram preocupação com as tarifas propostas. Segundo o premiê norueguês, eles pediram a desescalada da confrontação e solicitaram uma conversa telefônica conjunta. De acordo com Støre, Trump decidiu compartilhar a resposta com outros líderes da Otan.

Støre reiterou que, para a Noruega, a Groenlândia faz parte do Reino da Dinamarca e que o apoio ao país é “total”. Acrescentou que a Noruega defende o reforço do papel da Otan na promoção da segurança e estabilidade no Ártico. Sobre o Prêmio Nobel, lembrou que a concessão cabe a um comitê independente, e não ao governo norueguês.

O Comitê Norueguês do Nobel concedeu o prêmio de 2025 à líder opositora venezuelana María Corina Machado, “por seu incansável trabalho na promoção dos direitos democráticos do povo da Venezuela”. Em 15 de janeiro, durante reunião na Casa Branca, Machado entregou simbolicamente sua medalha a Trump em reconhecimento a uma operação dos Estados Unidos que teria deposto Nicolás Maduro no início do mês, embora autoridades em Oslo tenham ressaltado que a distinção é intransferível.

Fonte: Gazeta Brasil

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