sábado, 2 maio, 2026
  • Sobre Nós
  • Expediente
  • Fale conosco
Jornal O Painel
  • Home
  • Notícias
    • Agro Notícias
    • Municípios
    • Brasil
    • Destaques
    • Esporte
    • Mundo
    • Geral
    • Polícia
    • Política
    • Últimas Notícias
  • Diversão e Lazer
    • Cinema
    • Entretenimento
    • Culinária
  • Eventos
  • Videos
  • Publicações Oficiais
  • Concurso
  • PAINEL JURÍDICO
No Result
View All Result
  • Home
  • Notícias
    • Agro Notícias
    • Municípios
    • Brasil
    • Destaques
    • Esporte
    • Mundo
    • Geral
    • Polícia
    • Política
    • Últimas Notícias
  • Diversão e Lazer
    • Cinema
    • Entretenimento
    • Culinária
  • Eventos
  • Videos
  • Publicações Oficiais
  • Concurso
  • PAINEL JURÍDICO
No Result
View All Result
Jornal O Painel
No Result
View All Result
Home Destaques

Custo da cesta básica recua em Boa Vista

10 de dezembro de 2016
em Destaques
Custo da cesta básica recua em Boa Vista

cesta-basicaEm novembro, o custo do conjunto de alimentosbásicos diminuiu em 25 das 27 capitais do Brasil, segundo dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE). As reduções mais expressivas ocorreram em Boa Vista (-7,35%), Recife (-5,10%), Cuiabá (-4,68%), Salvador (-4,48%), Belo Horizonte (-4,20%) e São Paulo (-4,08%). As elevações foram anotadas em Macapá (0,13%) e Rio Branco (0,37%).

A cesta mais cara foi a de Porto Alegre (R$ 469,04), seguida de Florianópolis (R$ 466,25) e São Paulo (R$ 450,39). Os menores valores médios foram observados em Recife (R$ 353,08) e Natal (R$ 354,59).

Entre janeiro e novembro de 2016, todas as cidades acumularam alta. As elevações mais expressivas foram observadas em Maceió (22,95%), Rio Branco (22,44%), Aracaju (20,53%) e Fortaleza (18,62%). Os menores aumentos ocorreram em Recife (5,76%), Manaus (7,18%), Curitiba (7,55%) e São Paulo (7,72%).

Com base na cesta mais cara, que, em novembro, foi a de Porto Alegre, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o DIEESE estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário. Em novembro de 2016, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 3.940,41, ou 4,48 vezes o mínimo de R$ 880,00. Em outubro, o mínimo necessário correspondeu a R$ 4.016,27, ou 4,56 vezes o piso vigente.

Cesta básica x salário mínimo

Em novembro de 2016, o tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta básica foi de 100 horas e 56 minutos. Em outubro, a jornada necessária foi calculada em 103 horas e 48 minutos.

Quando se compara o custo da cesta e o salário mínimo líquido, ou seja, após o desconto referente à Previdência Social, verifica-se que o trabalhador remunerado pelo piso nacional comprometeu, em novembro, 49,87% para adquirir os mesmos produtos que, em outubro, demandavam 51,29%.

Boa Vista

A redução de -7,35% no valor da cesta básica de Boa Vista, em novembro, fez com que o custo do conjunto de bens básicos ficasse em R$ 408,63. Foi a décima primeira capital com o maior custo para o conjunto básico de alimentos, entre as 27 pesquisadas pelo DIEESE. Nos 11 primeiros meses de 2016, a alta acumulada foi de 12,29%.

Entre outubro e novembro, houve expressiva retração no valor médio da banana (-20,06%), tomate (-15,97%), feijão carioquinha (-14,72%) e manteiga (-8,10%). Outros quatro produtos apresentaram quedas menos intensas e menores do que a taxa média da cesta: leite integral (-2,63%), óleo de soja (-1,56%), arroz agulhinha (-0,54%) e pão francês (-0,13%). As altas foram observadas para café em pó (4,72%), farinha de mandioca (4,47%), açúcar (1,69%) e carne bovina de primeira (0,59%).

Entre janeiro e novembro de 2016, quase todos os produtos acumularam alta: feijão carioquinha (97,34%), açúcar (58,33%), arroz agulhinha (49,88%), manteiga (34,90%), farinha de mandioca (30,47%), leite integral (24,55%), café em pó (17,91%), óleo de soja (16,58%), banana (14,83%), carne bovina de primeira (5,23%). Tomate (-15,23%) e pão francês (-1,50%) apresentaram variações acumuladas negativas.

O trabalhador boa vistense, cuja remuneração equivale ao salário mínimo, necessitou cumprir jornada de trabalho, em novembro, de 102 horas e 10 minutos, menor que o tempo necessário em outubro, de 110 horas e 16 minutos.

Em novembro de 2016, o custo da cesta em Boa Vista comprometeu 50,47% do salário mínimo líquido (após os descontos previdenciários). Em outubro, o percentual exigido era de 54,48%.

Fonte:jornalopainel.com

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Informação com credibilidade e responsabilidade – Roraima

Assessoria de Marketing, Reportagens
Anúncios
https://4porngames.com/pt-br/

Categorias

  • Agro Notícias
  • Esporte
  • Geral
  • Mundo
  • Política

Contatos

E-mails:
opainel.rr@hotmail.com
opainel.rr@gmail.com

Telefones:
(95) 9 9177.1568 vivo
(95)32241209

  • Sobre Nós
  • Expediente
  • Fale conosco

© 2022 - Desenvolvido por Webmundo Soluções Interativas

No Result
View All Result
  • Home
  • Notícias
    • Agro Notícias
    • Municípios
    • Brasil
    • Destaques
    • Esporte
    • Mundo
    • Geral
    • Polícia
    • Política
    • Últimas Notícias
    • Foto Jornalismo
  • Diversão & Lazer
    • Cinema
    • Entretenimento
    • Culinária
    • Videos
    • Dicas do dia
    • Galeria de fotos
    • Variedade
  • Eventos
  • Publicações Oficiais
  • Concurso
  • Artigo
  • Classificados
  • PAINEL JURÍDICO
  • Expediente
  • Fale conosco
  • Sobre Nós

© 2022 - Desenvolvido por Webmundo Soluções Interativas