
Pesquisas recentes revelam que a sustentabilidade deixou de ser somente um diferencial e atualmente impacta diretamente o comportamento do consumidor. Segundo levantamento da Loft, realizado pela Offerwise no Sul e Sudeste em junho de 2025, 29% dos compradores de imóveis estão dispostos a pagar mais por empreendimentos com certificação ambiental, equivalendo a praticamente um em cada três entrevistados.
Esse movimento também se reflete na relação dos consumidores com as marcas. De acordo com levantamento da consultoria ESG Insights, divulgado pelo portal iG em fevereiro de 2024, 95% dos brasileiros afirmam preferir empresas que investem em sustentabilidade.
Um exemplo que confirma essa mudança é o empreendimento BOSSA — Casas Suspensas, da TM3 Incorporadora, que acaba de conquistar o selo GBC Biodiversidade, somando-se aos selos GBC Condomínio e GBC Life. Com isso, o empreendimento localizado em Curitiba se torna o primeiro projeto habitacional do país a reunir três certificações do Green Building Council Brasil, principal certificadora verde internacional.
Ao longo de cinco anos, o projeto foi desenvolvido pela consultoria Bloco Base em parceria com a incorporadora, seguindo uma abordagem sustentável que considera múltiplas dimensões. As certificações obtidas refletem essa estratégia: o selo GBC Condomínio reconhece o desempenho ambiental do edifício; o GBC Life valoriza ações voltadas ao bem-estar, saúde e qualidade de vida dos moradores; e o GBC Biodiversidade atesta o compromisso com a regeneração e a preservação dos ecossistemas da região.
“Essa conquista indica uma mudança de mentalidade no setor ao demonstrar ser possível conciliar regeneração ambiental, bem-estar e viabilidade comercial em um único projeto. A prova disso é que 100% das unidades foram comercializadas antes mesmo da confirmação das certificações”, afirma Laís Ito, engenheira civil e responsável pelas diretrizes de inovação e sustentabilidade da TM3 Incorporadora.
“Essa conquista indica uma mudança de mentalidade no setor ao demonstrar ser possível conciliar regeneração ambiental, bem-estar e viabilidade comercial em um único projeto. A prova disso é que 100% das unidades foram comercializadas antes mesmo da confirmação das certificações”, afirma Laís Ito, engenheira civil e responsável pelas diretrizes de inovação e sustentabilidade da TM3 Incorporadora.
A experiência de morar no BOSSA
Para a moradora Camila Vitola, as certificações foram decisivas na escolha do imóvel. “A sustentabilidade é um valor importante para nós. Ficamos surpresos e entusiasmados ao ver isso aplicado de forma tão concreta. O projeto foi claramente pensado para o bem-estar de quem vive aqui.”
Ela ressalta que o apartamento oferece excelente iluminação natural, ventilação cruzada e sensação de acolhimento, muito em função das sacadas duplas e da atmosfera tranquila da rua onde o BOSSA está localizado.
“Mesmo morando perto do centro, não sentimos os efeitos da poluição. Já vivemos todas as estações do ano aqui com conforto térmico, e a iluminação natural faz toda a diferença: reduz o consumo de energia e elimina praticamente o uso de ar-condicionado. A sensação é de estar em uma casa, com a segurança e a praticidade de um edifício”, completa.
Para a moradora Camila Vitola, as certificações do BOSSA foram diferenciais que influenciaram na decisão de compra. “A sustentabilidade é um valor importante para nós. Ficamos surpresos e entusiasmados ao ver esse tema aplicado à construção civil.”
Três selos, uma proposta: regenerar, cuidar e inovar
Para conquistar o selo GBC Condomínio, o BOSSA adotou práticas de sustentabilidade desde o canteiro de obras até a operação do edifício, como a reciclagem de 99,98% dos resíduos, o uso de painéis solares e a redução do consumo de água em mais de 50%.
Com o GBC Life, o empreendimento comprovou atenção à saúde e ao conforto dos moradores por meio de ventilação natural, simulações térmicas, iluminação eficiente e materiais com baixa emissão de compostos tóxicos, além de entregar sensores de qualidade do ar em todos os apartamentos.
Já o GBC Biodiversidade reconheceu o uso exclusivo de espécies nativas, inclusive ameaçadas de extinção, no paisagismo. A certificação valoriza o impacto positivo da vegetação sobre a fauna local e o papel das áreas verdes na regeneração dos ecossistemas.
Mariana Pivatto |








