O avanço deverá se concentrar nos empréstimos destinados à compra de moradias

Segundo Abreu, a estimativa de crescimento do crédito está calcada na perspectiva macroeconômica favorável para o próximo ano, mas ele ponderou que a projeção ainda é preliminar e sujeita à revisão em janeiro, quando a entidade divulgará seus números oficiais.”A perspectiva para o cenário macroeconômico é benigna para 2018″, afirmou o presidente, durante palestra em evento com empresários no Sindicato da Habitação (Secovi-SP). Neste ano, a estimativa é que o crédito oriundo da poupança somará R$ 45 bilhões, fechando o período com retração de 3,5% em relação a 2016.
POR ESTADAO CONTEUDO









