Foram recolhidas e reconhecidas assinaturas com fins na titularização dos imóveis.
A Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitacional (Emhur), em parceria com ao Cartório de Notas Loureiro, atendeu nesta terça-feira, 20, os primeiros beneficiários do programa de Regularização Fundiária no bairro Jóquei Clube, em um mutirão de recolhimento e reconhecimento assinaturas que aconteceu na Escola Menino Jesus de Praga.
O Jóquei Clube é um dos 14 bairros inclusos em uma área de 862.421 hectares, repassada pelo Governo Federal em 2016. Nesta primeira etapa, 300 imóveis serão titulados. O próximo bairro a receber mutirão semelhante será o Santa Teresa, entre os dias 22, 23 e 24.
“A primeira parte dos títulos já foi emitida e foram recolhidas as assinaturas dos primeiros moradores a receber. O cartório, em parceria conosco, fez o reconhecimento da autenticidade das assinaturas e, após isso, será enviado para registro e dar prosseguimento à titularidade dos imóveis”, disse Angélica Silva, diretora de operações da Emhur.
Para o presidente da Emhur, Sérgio Pillon, o mutirão reflete o cuidado que a Prefeitura de Boa Vista tem com o cidadão, garantindo assim o direito constitucional à moradia. “Esta ação é, de fato, uma forma de cuidar das pessoas, em especial, aquelas de baixa renda, que normalmente encontram dificuldades para ir aos órgãos públicos para tramitarem seus processos. E num mutirão como este, tudo é mais prático. A parceria com o cartório foi fundamental”.
O tabelião Josiel Loureiro ressaltou a parceria firmada com a Prefeitura de Boa Vista no processo de regularização fundiária, considerando uma ação social de grande importância. “Só quem passou pela dificuldade de não poder registrar seu imóvel, devido a diversas questões burocráticas, sabe a importância que é chegar aqui, com toda uma estrutura de cartório para registro e garantir a titularidade do que é seu. Nós, enquanto cartório, exercemos a nossa função social, de auxiliar a população e o poder público, participando de algo tão importante como a definitividade de um lar”.
Um dos 300 imóveis a serem regularizados nesta primeira etapa é o da aposentada Maria da Conceição Barbosa. Há dez anos a família aguarda ter o título da propriedade e, ao ter o documento nas mãos, vai representar maior segurança jurídica. “É bem melhor quando você tem a certeza de que mora num lugar que é seu de fato e direito. A família aguarda por isso há muito tempo e que agora será um sonho que se tornará realidade”, disse o genro, Maris Duarte.
Fonte-SEMUC









