
A Polícia Federal de Roraima cumpriu na manhã de hoje (23) um mandado de prisão contra uma advogada suspeita de integrar uma organização criminosa nacional que também atua no estado. Essa é a segunda etapa da ‘Operação Policial Tovajar’, deflagrada no último dia 11 de agosto em atuação conjunta com a Divisão de Capturas da Secretaria de Justiça e Cidadania de Roraima, Ministério Público de Roraima e Polícia Militar de Roraima.
Conforme o processo obtido pelo Roraima em Tempo, o mandado foi expedido na última segunda-feira (21) pela Vara de Entorpecentes e organizações criminosas do Tribunal de justiça de Roraima.
A redação tentou contato com a Polícia Federal em Roraima e aguarda retorno.
Operação Tovajar – A PF deflagrou a Operação Policial Tovajar, na manhã do último dia 11 de agosto, com o objetivo de desestruturar a ramificação de uma grande organização criminosa nacional que também atua no Estado de Roraima.
Na data, foram cumpridos 16 mandados de Prisão em Boa Vista, deferidos pela Justiça do Estado de Roraima após representação em Inquérito Policial. Os investigados integram a cúpula da organização criminosa e estão sendo indiciados e interrogados pelos crimes de organização criminosa, tráfico e associação para o tráfico de drogas que preveem penas máximas de até 37 anos de reclusão.
Investigação em Roraima – A investigação policial apontou que integrantes da organização criminosa investigados estavam tramando ataques nas ruas de Boa Vista, em razão do reforço na repressão ao tráfico de drogas, sendo possível a prevenção desses ataques durante o trabalho investigativo. Foi demonstrado na investigação que a prisão preventiva dos suspeitos é medida necessária para cessar ameaças a agentes públicos, bem como para tirar de risco toda a população de Roraima.
Significado do nome da operação – TOVAJAR significa “inimigo” e também “cunhado” na língua tupi-guarani antiga. Parte da organização criminosa se intitulava “cunhadas”.









